quinta-feira, abril 15, 2010
quarta-feira, abril 14, 2010
oh dane-se!
O ser politicamente correcto e ter de graxa às pessoas!!!!
Posted by fantasma at 17:45 0 comments
terça-feira, abril 13, 2010
egipto, 3 semanas depois
Três semanas de atraso é muito para se fazer um post? Faz sentido falar de algo que já está no passado? Enfim :) O tempo tem sido curto e a vontade de escrever também não abunda, é verdade, a preguiça quando sobra um tempinho é soberana e só apetece não pensar, nem sequer em teclar no computador.
Ainda o Egipto.
Há viagens, lugares, que temos na cabeça e dos quais criámos uma imagem, que “temos” mesmo de conhecer, que no nosso imaginário são obrigatórios, e o Egipto há muito que era um desses sítios, nem sei explicar bem porquê, todas as imagens que passam pelas tv’s ao longo do tempo, “A Morte no Nilo” da Agatha Christie, o gosto por “pedras”. História, não gosto nada que a debitem aos meus ouvidos, quero lá saber do que se passava dantes, mas ver a História com os meus próprios olhos é algo completamente diferente.
Quando se têm tantas expectativas, é normal ficar desiludido, mas felizmente não foi o que aconteceu.
O Cairo, é uma cidade pavorosa. Confusão total, barulho constante, suja, feia, velha. Gente nas ruas a toda a hora, filas intermináveis de trânsito sejam 6 da manhã ou 11 da noite, onde a estrada tem 2 faixas fazem-se 3 e onde tem 3 fazem-se 4, mão sempre na buzina, páram e saem dos carros para discutir uns com os outros. Os prédios são, tirando algumas excepções como hotéis e algumas instituições públicas, muito feios, degradados, completamente sujos, andares habitados e pelo meio outros que nem acabados foram, ficou só a parede de tijolo, telhados por acrescentar e amontoados de lixo nos mesmos. Valerá a cidade pelas mesquitas, que não tivemos tempo de ver, e só passámos numas quantas por fora, vale pelo Museu do Cairo, vale por estar à beira Nilo no lusco fusco, quando a cidade, com aquela sua neblina normal de poluição, fica desfocada e parece uma miragem. Vale pelas Pirâmides, ali à beirinha da cidade. Enormes, imponentes. Como foram construídas? Como conseguiram, há tantos milhares de anos atrás? Como estão ainda lá, com alguns sinais da passagem do tempo, mas ainda orgulhosas?
É verdade que as Pirâmides nos deixam de boca aberta, mas ainda bem que foi a 1ª coisa que vimos e não a última, porque com tudo o resto que passou pelos nossos olhos nos dias seguintes, talvez não lhes tivéssemos dado a mesma importância.
A experiência de nos metermos num barco que parece quase só deslizar ao sabor da (pouca) corrente do Nilo é fantástica. Nunca tinha feito algo parecido, tinha algum receio, mas é muito agradável. Não terá nada a ver com os grandes barcos de cruzeiros, o que é bom, quase temos um ambiente familiar, o senhor que todos os dias nos vai fazer um boneco novo com as toalhas de banho e fica à porta à espera da nossa reacção, o estar no topo, à beira da piscina e a ver o verde misturado com o areia e tijolo das margens, as refeições com o mesmo grupo, a noite da festa egípcia, o embarcar/desembarcar, o dizer camarote em vez de quarto.
Ainda o Egipto.
Há viagens, lugares, que temos na cabeça e dos quais criámos uma imagem, que “temos” mesmo de conhecer, que no nosso imaginário são obrigatórios, e o Egipto há muito que era um desses sítios, nem sei explicar bem porquê, todas as imagens que passam pelas tv’s ao longo do tempo, “A Morte no Nilo” da Agatha Christie, o gosto por “pedras”. História, não gosto nada que a debitem aos meus ouvidos, quero lá saber do que se passava dantes, mas ver a História com os meus próprios olhos é algo completamente diferente.
Quando se têm tantas expectativas, é normal ficar desiludido, mas felizmente não foi o que aconteceu.
O Cairo, é uma cidade pavorosa. Confusão total, barulho constante, suja, feia, velha. Gente nas ruas a toda a hora, filas intermináveis de trânsito sejam 6 da manhã ou 11 da noite, onde a estrada tem 2 faixas fazem-se 3 e onde tem 3 fazem-se 4, mão sempre na buzina, páram e saem dos carros para discutir uns com os outros. Os prédios são, tirando algumas excepções como hotéis e algumas instituições públicas, muito feios, degradados, completamente sujos, andares habitados e pelo meio outros que nem acabados foram, ficou só a parede de tijolo, telhados por acrescentar e amontoados de lixo nos mesmos. Valerá a cidade pelas mesquitas, que não tivemos tempo de ver, e só passámos numas quantas por fora, vale pelo Museu do Cairo, vale por estar à beira Nilo no lusco fusco, quando a cidade, com aquela sua neblina normal de poluição, fica desfocada e parece uma miragem. Vale pelas Pirâmides, ali à beirinha da cidade. Enormes, imponentes. Como foram construídas? Como conseguiram, há tantos milhares de anos atrás? Como estão ainda lá, com alguns sinais da passagem do tempo, mas ainda orgulhosas?
É verdade que as Pirâmides nos deixam de boca aberta, mas ainda bem que foi a 1ª coisa que vimos e não a última, porque com tudo o resto que passou pelos nossos olhos nos dias seguintes, talvez não lhes tivéssemos dado a mesma importância.
A experiência de nos metermos num barco que parece quase só deslizar ao sabor da (pouca) corrente do Nilo é fantástica. Nunca tinha feito algo parecido, tinha algum receio, mas é muito agradável. Não terá nada a ver com os grandes barcos de cruzeiros, o que é bom, quase temos um ambiente familiar, o senhor que todos os dias nos vai fazer um boneco novo com as toalhas de banho e fica à porta à espera da nossa reacção, o estar no topo, à beira da piscina e a ver o verde misturado com o areia e tijolo das margens, as refeições com o mesmo grupo, a noite da festa egípcia, o embarcar/desembarcar, o dizer camarote em vez de quarto.
Sair do barco para ir ver o que Homens que estavam muito à frente do seu tempo fizeram. O Templo de Karnak, o maior que sobrou, o de Luxor, o de Edfu – fantástico de tão bem conservado, o de Philae que teve de ser mudado do seu sítio original para não ser submerso pelas águas do rio aquando da construção da Barragem de Assuão e está numa ilha. O Vale dos Reis, buracos feitos na montanha para lá fundo deixarem as múmias dos seus reis, decorados, pintados, escondidos do mundo. Não de todo o mundo, infelizmente, porque os túmulos encontrados até agora já tinham sido todos saqueados, nem um sinal do tesouro ou da múmia, tirando o de Tutankamon, faraó que morreu aos 17 anos e de quem não rezaria a história se não fosse encontrar-se o seu túmulo intacto. Abu Simbel, no fim do mundo, 3 e tal horas de camioneta via uma estrada não acessível ao trânsito comum por ser totalmente no meio do deserto e não se saber se não aparece um grupo de fundamentalistas a tentar dar cabo da malta, Abu Simbel que obriga a sair da cama às 2h45 da manhã porque a todos os sítios temos de chegar bem cedinho (ou ao fim da tarde) por causa do calor abrasador que se faz sentir a partir de meio da manhã (em Abu Simbel, no Verão, a temperatura chega aos 60ºC), e para chegar cedinho a um sítio onde temos de ir em caravana com apoio policial e que fica lá looooooooooooooooooonge, é sair da cama àquelas lindas horas. Não que tenha dormido muito nestas férias, máximo 7h00 da manhã estávamos a pé e foi só um dia, porque nos outros era 6h30, 6h, 4h45... Continuando! Em Abu Simbel encontramos o Templo de Ramsés III e da sua esposa Nefertari, templos que também tiveram de ser completamente deslocados do seu local original, obra também gigantesca da engenharia moderna, que é “fatiar” todo um templo de muitos metros de altura e profundidade e que tem 3000 anos, mais ano menos ano. Templos que também teriam desaparecido com o aparecimento do lago Nasser, o maior lago artificial do mundo, surgido da necessidade de acabar com as imprevisíveis enchentes do rio Nilo e consequente construção da grande barragem de Assuão. Mais um sítio de ficar de queixo caído, o trabalho, a construção, a decoração, as histórias desenhadas na paredes, o pormenor de na sala do fundo do Templo de Ramsés existirem 4 estátuas de Deuses, de estas só serem banhadas pela luz do sol 2 vezes ao ano, e de uma das estátuas, a de Ptah, Deus da Obscuridade, nem nesses 2 dias ser atingido por um raio de sol.
O passeio (de lancha – bom! E de camelo – nunca mais!) até a uma aldeia núbia, sendo os núbios um povo que veio do resto de África para o Egipto, com uma cultura e língua próprias. Beber o típico chá preto com menta, fazer uma tatuagem com henna, ver as danças típicas.
Sentirmo-nos pequeninos e num outro mundo.
E ter uma fotografia com um crocodilo na cabeça :oP
O passeio (de lancha – bom! E de camelo – nunca mais!) até a uma aldeia núbia, sendo os núbios um povo que veio do resto de África para o Egipto, com uma cultura e língua próprias. Beber o típico chá preto com menta, fazer uma tatuagem com henna, ver as danças típicas.
Sentirmo-nos pequeninos e num outro mundo.
E ter uma fotografia com um crocodilo na cabeça :oP
Posted by fantasma at 17:15 5 comments
segunda-feira, abril 05, 2010
epá
Isto por aqui anda mesmo às moscas!
Inspiração e tempo procuram-se. Dão-se alvíssaras.
Posted by fantasma at 14:21 1 comments
segunda-feira, março 29, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
há coisas
Que se pensam mas não se dizem. Guardam-se e sentem-se.
Posted by fantasma at 09:30 2 comments
terça-feira, março 16, 2010
quinta-feira, março 11, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
domingo, março 07, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
e é aquela altura do ano outra vez
Em que há pessoas que vão comer isto:
Já eu preferia era que houvesse disto!
É o bifinho que me vai safar :) Nisa, here we come :)
Posted by fantasma at 17:55 2 comments
notícia do século!
Segundo um estudo recente, ir às compras faz emagrecer!!!!
Meninas! Um 2 em 1 perfeito! Andamos tantos kms por ano, que perdemos não sei quantas mil calorias. Tudo p'ró centro comercial já perder essas malandras!! (e comer um McRoyal Deluxe de seguida??)
Yay!!
:oP
Posted by fantasma at 12:07 0 comments
quinta-feira, março 04, 2010
thriller & suspense challenge - V
O 5º livro do Desafio (ainda em Fevereiro), foi o The Cat Who Knew Shakespeare, da Lilian Jackson Braun. Curiosamente, praticamente 1 ano depois de ter lido outro livro da série :)Este livro é o 7º da série The Cat Who, série que dá pano para mangas dado que já vai em 29 livros.
Vou aproveitar a desculpa da preguiça e copiar o que escrevi o ano passado sobre a série, afinal, fui eu que escrevi! Os livros apresentam-nos Jim Qwilleran, um jornalista aspirante a escritor que no início da série trabalha para o jornal Daily Fluxion e onde lhe atribuem sempre tarefas para as quais ele sente que não se adequam às suas habilitações. Mas vai e investiga, e acaba sempre por dar com um mistério qualquer (leia-se morte) nas suas andanças. Logo no 1º livro Qwill "herda" um gato siamês - Koko - que além de se dar ao luxo de só comer comida de "gente" como lagosta, carne assada, salmão assado e por aí fora, tem ainda a habilidade de descobrir os mistérios todos. Mais tarde junta-se-lhes Yum-Yum, outra gata também siamesa e com os mesmos gostos culinários, que dá apoio a Koko nas suas aventuras, e Qwill continua a "tropeçar" constantemente em assassínios e segredos.
Nos últimos 2 livros Qwill ganhou uma herança e teve de se mudar para a pequena cidade de Pickax, onde todos se conhecem e sabem da vida uns dos outros.
Neste livro, o editor do jornal local morre num “acidente”, o edifício do jornal arde por completo também por “acidente”, e mais n coisinhas vão acontecendo na cidade. A leitura é sempre agradável, mas o final parece-me sempre demasiado apressado, de repente tudo se descobre em 2 páginas, e pronto, acabou o livro, e isso estraga um pouco o resto do livro, a apreciação global. Este livro então para mim foi o mais apressado de todos.
Também achei um pouco estranho que a morte de um amigo (ou conhecido, seja!) de Qwill, que foi a Pickax porque este o chamou e para lhe fazer um favor, não cause o menor impacto no nosso jornalista, não se lê nada sobre tristeza, arrependimento, culpa…
A história é bastante básica, como é costume, vive do dia a dia dos personagens e das suas particularidades, o mistério acaba por ser secundário.
Mais uma vez, este fica como Cozy Mystery.
"Vastly wealthy due to his inheritance of the Klingenschoen estate in Pickax City way up North, Jim Qwilleran now enjoys the eccentricities of life in Moose County. Series fans will know about his pampered pair of Siamese cats; Koko, the male, pushes various Shakespeare plays off the shelf in Qwilleran's library, presumably commenting on events that excite and scandalize the town: the "accidental" death of the newspaper publisher, the disastrous fire that destroys the office, etc. A comfortable, quaint diversion, with interesting character names, wry remarks about feline behavior, and a deus ex machina protagonist."
Posted by fantasma at 17:09 2 comments
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