sexta-feira, fevereiro 08, 2008

last day on earth

On job, vá... ;)
Está-se a aproximar a hora e confirma-se o que pensava, a única coisa que me preocupa neste momento é a reunião das "contas" que ainda não fiz. Nada de sentimento de perda ou saudade, alguma tristeza pela saída. Quando tiver tempo hei-de pensar o que guardo de importante destes anos, tem de o haver, para já apenas as poucas pessoas, amigos, que vou passar a ver menos... Esses é que custa "deixar para trás".
E na 2ª feira, a new life begins.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

verdades inconvenientes...

(ai..... e ele aumenta....)

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

tatuagens

Há já uns bons pares de anos que ando a querer fazer uma tatuagem. Nem sei bem explicar porquê, gosto, gosto de ver, não aquelas pessoas em que já nem se vê pele, mas uma ou duas ou três, em sítios discretos, não muito grandes. Isto foi variando com o tempo, alturas houve em que achava que uma era mais que suficiente, e sempre a “preto e branco”, nunca com cores, e hoje até já gosto das coloridas :o)

A falta de incentivo sempre me levou a nunca ir a uma loja de tatuagens, juntamente com o não ter a certeza absoluta do que queria fazer (por gostar de várias coisas), e principalmente, upa upa, o medo. Não de me arrepender, mas da dor! Mariquinhas pé de salsa como eu sou, que fujo casa fora quando faço um cortezinho num dedo e o P. o quer desinfectar com álcool e tem de andar a correr atrás de mim :op, e com o pavor que sempre tive de agulhas, era difícil dar o 1º passo.


Em Agosto, quando fomos a Londres com os meus cunhados, estávamos em Camden Town quando o meu cunhado comentou, ao ver tantas casas de tatuagens, que queria fazer uma. Eu respondi logo que eu também! e ao comentário dele de querer um escorpião, lá tive de acrescentar novamente eu também! ;o) Somos os 2 escorpiões de signo, e sempre foi a ideia para a qual eu pendia mais.


Ele manteve a ideia, arranjou um desenho, e os 2 souberam entretanto do namorado duma amiga que fazia as dele num determinado sítio, foram lá, marcaram. Estava combinado que eu também iria, por falta de oportunidade não deu, acabou por não ser desta... ele fez a dele em finais de Dezembro, e logo a seguir comentou comigo que tinha de a ir mostrar a ver se estava a sarar bem, e desta vez não deixei fugir a ocasião. Fez no sábado 2 semanas que fomos lá, eu escolhi, e marquei ;)

Desta, vai mesmo ser! Medo, claro, continuo cheínha dele e no dia então devo estar um farrapo, já me imagino aos gritos mal veja (e oiça!!!) o aparato da coisa. Mas ah, temos mulher, porque eu não hei-de fugir! ;o) Quando é? Um dia destes... Depois logo verão ;) E não se preocupem que, embora pensando já que se não custar muito posso até vir a fazer outra, não me juntarei a um circo como A Mulher Tatuada :oP


(imaginem que girinho um Harry Potter, hem??? ;-))

domingo, fevereiro 03, 2008

mais folhados...

Se bem se lembram sobrou massa folhada dos folhados de espinafres da outra semana, ora a massa fresca não dura muito, lá tivemos de improvisar para o jantar :) Desta vez algo simples, folhados de queijo e salsicha, mas também ficaram bons, e bonitinhos. Mesmo assim, e nunca pensei dizer isto, não batem os de espinafres e queijo :op

one week to go

Uma semana deste emprego, uma semana para começar o próximo. Os nervos apertam, a ansiedade cresce, sei que mesmo não havendo muitas pessoas de quem vá sentir a falta o último dia não vai ser fácil, e depois a difícil tarefa de conhecer pessoas novas, de me integrar, de perceber os novos métodos, de causar boa impressão, de fazer um bom trabalho.
Durante os próximos tempos continuará a sobrar pouco para descansar, relaxar, ler, dormir, sossegar, colocar os "fusíveis" em ordem. Estes andam a acusar a sobrecarga...
Alguém dá pela minha "falta"? Alguém nota tudo o que vai dentro da minha cabeça e como ultimamente eu não sou eu? Parece-me que não, mas cá continuo. Um dia destes tudo voltará ao normal.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

e cá vou andando...

hanging around

quinta-feira, janeiro 31, 2008

última hora

Afinal o novo aeroporto vai continuar a chamar-se Aeroporto da OTA - Obra Transferida para Alcochete.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

so far away from me

Meeru Island, Maldivas
(foto: minha)

quarta-feira, janeiro 23, 2008

2007 e os livros

Antes que entremos a fundo em 2008, deixem-me cá falar dos livros de 2007.

Não se pode dizer que tenha sido um ano muito famoso em leituras, houve poucos que se salientaram, de que gostei mesmo muito e/ou me surpreenderam pela positiva, alguns maus (mesmo!), mas a maioria ficou-se ali mesmo pelo mediano, o que acaba por não dar um ano muito inspirador.
Vou só salientar alguns, do mau ao bom...

Começando pelo mau, livros na Categoria “Onde Anda Agora a Inquisição e As Suas Fogueiras?!”:

-
A Imaginação Hiperactiva de Olivia Joules, Helen Fielding – para quem gostou da Bridget Jones, deve achar que esta Helen Fielding não é a mesma...
-
A Quinta Mulher, Henning Mankell – blergh, blergh, blergh, blergh, e mais blerghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
-
Things My Girlfriend and I Have Argued About, Mil Millington – alguém que diga a este senhor que não tem piadinha nenhuma, sim???

Na categoria “É Mesmo Muito Fraquinho...”:

- Jemima J, Jane Green – e tinha ouvido dizer tão bem...
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Lucy Sullivan is Getting Married, Marian Keyes – e eu gosto da Marian Keyes! Mas este, irritante!
-
Noites de Chuva e Estrelas, Maeve Binchy – lá está outra autora de quem normalmente gosto muito, e este...
-
Money, Money, Money, Ed McBain – desapontante
-
Brincadeiras de Crianças Carmen Posadas – grandes expectativas para este livro, e que seca monumental foi, e que luta para o acabar.

Categoria “Desilusões do Ano”:

- The Tenth Circle, Jodi Picoult – ela sabe escrever muito melhor que isto
-
Segredos de Família, Kim Edwards – livro básico, normalíssimo, e a ideia era tão boa...
-
Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, Jonathan Safran Foer – desculpem-me os fãs, mas não havia pachorra para o Oskar... O livro está muito bem escrito, tem partes muito interessantes, mas eu tinha expectativas tão grandes, talvez o erro fosse meu. E depois termina assim, argh!

Categoria “Acima da Média”:

- Segredos Imorais, Brian Freeman - bom policial
-
The Coffin Dancer, Jeffery Deaver – se bem que um pouco longos, os livros têm normalmente twists do princípio ao fim e histórias muito bem elaboradas e contadas
-
Step on a Crack, James Patterson – para quem agora escreve 7 ou 8 livros ao ano, já são raros os que se salientam...
-
The Good Guy, Dean Koontz – o meu “bem amado” Koontz também já não acerta sempre, por isso este foi uma boa surpresa!
-
Manhunting, Jennifer Crusie – sabe bem ler os livros divertidos dela, e bem escritos ;o)
-
Terapia de Choque, Sebastien Fitzek – ouvi dizer bem, comprei, gostei!

Categoria “Ainda Bem Que Um Dia Descobri Este Gajo”:

- Um Estranho Caso de Culpa, O Atleta Desaparecido, Na Pista de um Rapto e Back Spin, Harlan Coben - para quem gosta de thrillers, suspense, mistério, e humor, é um autor que recomendo mesmo mesmo mesmo.

Categoria “Fantástico e/ou Autor-Revelação do Ano”:

- The Thirteenth Tale, Diane Setterfield – não me digam que ainda não leram isto?!
-
O Cirurgião e O Aprendiz, Tess Gerritsen – excelentes policiais, muito “gory”, nham! :oP
-
Wish You Were Here, Mike Gayle – continua a não desiludir
-
Just Between Us, Cathy Kelly – e andava eu há tanto tempo a ouvir falar dela!
-
This Book Will Save Your Life, A.M.Homes – é ler para crer! Leiam!
-
A Question of Love, Isabel Wolff – adorei a história e como estava escrita (e já li outro dela este ano, ah pois!)

Categoria “O Livro do Ano”:

Claro, obviamente, este ano nunca seria outro ;) Harry Potter and the Deathly Hallows, J.K.Rowling (suspiro......)


Os restantes, leram-se. Venham mais boas leituras agora para 2008.
(e vocês, cadê as reviews do ano???)

terça-feira, janeiro 22, 2008

os folhados da A :)

Como bela macaquinha de imitação ;oP que sou, não resisti muito tempo a experimentar a receita de Folhados de Espinafre que a A. tinha colocado no blog a semana passada. (Isto serve também para calar algumas meninas que teimam em dizer que eu sou esquisitinha e não gosto de nada, e só como carne e batatas fritas ;))
Mas mesmo assim, tal como a
A., preferi usar espinafres congelados, também com receio que os "verdadeiros" me parecessem demasiado amargos, demasiado a saber a... espinafres ^_^ E também comprei uns que há já com queijo, e fiquei bastante satisfeita com eles.
A receita é simples (e vou copiá-la, claro! acrescentando o que alterei/fiz à minha maneira):

400 g de espinafres
100 ml de natas (sem ser das frescas)
Queijo de cabra
Massa folhada

Pré-aquecer o forno a 180º cerca de 15 minutos.
Enquanto isso, se forem espinafres frescos, mergulham-se em água a ferver durante um minuto, depois escorrem-se e cortam-se em bocadinhos pequeninos. Se preferirem os congelados, é só seguir as instruções que vêm no pacote, e quando estiverem prontos misturam-se com as natas. Eu temperei um bocadinho os espinafres - ainda com algum receio de depois os achar muito enjoativos - com alho em pó, um niquito de pimenta e noz moscada, e não ficou mal, podem até levar um bocadinho mais.
Só encontrei massa folhada fresca (sem ser a das quiches)
nestas embalagens da Bimbo, cada uma tem 6 quadrados de massa e como não sabia a quantidade de recheio, comprei duas, mas uma chega perfeitamente para os 400 g de espinafres. Distribuí o recheio pelos quadradinhos de massa folhada, 2 colheres de sopa bem cheias por cada, e no cimo deste é suposto colocar o queijo de cabra ralado, eu usei Parmesão que tinha em casa, ralei-o "de fresco" para cima dos espinafres mas não me parece que aquela quantidade seja suficiente dado que nem dei por ele... Talvez o de cabra, como é mais forte... Dobra-se depois a massa com cuidado para que fique bem fechada de modo a não abrir durante a cozedura, selando com água ou ovo, e no fim pincela-se os folhados também com o ovo para ficarem "loirinhos".

Vão ao forno a 200ºC cerca de 20 minutos.

Quandos os folhados já estavam no forno o P. foi tratar do acompanhamento, segui também o conselho da A. e foi massa, cozida al dente e depois "alourada" numa frigideira com um bocadinho de gordura - um truque que um colega italiano lhe ensinou há uns tempos :) Juntámos ainda especiarias dum frasco de mistura parecido com o da Bruschetta que as meninas me ofereceram nos anos (também da Oil & Vinegar, mas com outras misturas), e ficou uma maravilha.


Sem dúvida que vou voltar a fazer, ficaram fantásticos - deu então para 6 folhados, e o P. devia estar cheio de fome e/ou gostou muito porque comeu 3 e + 2 terços deles... =)


segunda-feira, janeiro 21, 2008

unread authors challenge - parte 5

O 5º e penúltimo livro do desafio dos Unread Authors foi o The Time Traveler's Wife, da Audrey Niffenegger. Com tanta coisa a decorrer na minha vida ultimamente, o tempo e disposição para leituras tem sido muito pouco, e foi isso que justificou o ter demorado mais de 2 semanas a acabar este livro, e não as suas 518 páginas. Até porque é de leitura quase compulsiva, o que levou a que, quando a história me agarrou, as horas de sono tenham diminuido drásticamente porque TINHA de ler sempre mais um bocadinho.

Este livro foi mais um daqueles de que ouvi falar tanto que não resisti a comprá-lo, mas depois lá foi ficando perdido no monte de livros, até agora. Acabou por ser o 2º livro deste novo ano e, tenho já a certeza, um dos melhores (senão o melhor!)
Andei bastante baralhada no início, com tanta viagem no tempo para lá e para cá - mas ele controla ou não aquilo? Como consegue ir ter tantas vezes com a Clare se não? Ajudou bastante a desgastar os meus já fraquitos neurónios, porque já ando cansada e queria perceber e saber tudo antes do tempo, e nunca estou satisfeita em aceitar as coisas preto no branco ;) À medida que vamos avançando na história tudo se torna natural e ficamos tão habituados ao constante passado/presente/futuro, que deixamos de pensar no porquê, no onde, no como.

Estava curiosa em que história estaria contida nas mais de 500 páginas, parecia-me que a "simples" história de viajar no tempo nunca daria para esticar com interesse durante tanto tempo. Mas fiquei tão envolvida nas vidas da Clare e do Henry que o final parece apenas mais uma viagem do Harry, que afinal algures há mais páginas para ler e que eles lá estarão à nossa espera, seja em que ano ou local. Gostei muitos das personagens, e chamem-me romântica à vontade, mas fico de lágrima no canto do olho e de coração apertado quando penso no quanto a Clare amava o Harry, e o que será passar toda uma vida à espera, que alguém chegue, que alguém não vá, que alguém esteja AQUI.


"This extraordinary, magical novel is the story of Clare and Henry who have known each other since Clare was six and Henry was thirty-six, and were married when Clare was twenty-two and Henry thirty. Impossible but true, because Henry is one of the first people diagnosed with Chrono-Displacement Disorder: periodically his genetic clock resets and he finds himself pulled suddenly into his past or future. His disappearances are spontaneous and his experiences are alternately harrowing and amusing. The Time Traveler's Wife depicts the effects of time travel on Henry and Clare's passionate love for each other with grace and humour. Their struggle to lead normal lives in the face of a force they can neither prevent nor control is intensely moving and entirely unforgettable."

sexta-feira, janeiro 18, 2008

bons conselhos....

quarta-feira, janeiro 16, 2008

pensamento do dia

Que nome se dá a um grupo de cinco homens à espera das suas mulheres, enquanto estas fazem compras ?

"5 à Sec!!! "

terça-feira, janeiro 15, 2008

*suspiro*

mas porque é que agora a esta hora estou ainda sempre agarrada ao computador, em vez de estar sossegada a ver tv, a ler um livrito (130 páginas em 11 dias, fantástico, não? :os), a descansar, a jogar ps3... pouca internet durante o dia, e quando nos habituámos a que parte do nosso dia a dia, do nosso mundo, involva o bookcrossing, o flickr, os blogs, os mails, a conversa no chat com os amigos,... sinto-me sozinha... e quando estamos já a trabalhar para o futuro emprego no "2º turno", e apesar do antigo ainda nos ocupar as horas e o pensamento e as preocupações... tanta coisa a tratar, afazeres a realizar, e as horas e minutos do final do dia e do fim de semana são tão mais curtas que as do horário de trabalho.
começo o ano tão cansada.......

(é favor nem ler este post, é spam...)

segunda-feira, janeiro 14, 2008

eles sabem bem onde não se trabalha ;o)

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