segunda-feira, dezembro 03, 2007

update

Lembram-se do que escrevi há uns tempos, sobre a nova livraria que vai abrir em Lisboa, a Byblos? Um update a esse post para dizer que a abertura é já a 6 de Dezembro, a próxima 5ª feira, e que a livraria é no Amoreiras Square (desgraça das desgraças, e eu que tenho estado num cliente nas Amoreiras...)


"Os fundos de catálogo serão a sua aposta primeira, preenchendo uma lacuna no mercado livreiro em Portugal, tal como o recurso às novas tecnologias será a sua imagem de marca. Com uma área de quatro mil metros quadrados, 3300 dos quais de acesso público, distribuídos por dois pisos que ocupam a quase totalidade da galeria comercial do Edifício Amoreiras Square, em Lisboa, a primeira loja da cadeia Byblos Livrarias abrirá as suas portas a 6 de Dezembro, com um objectivo em mente: alcançar a fasquia dos 150 mil títulos disponíveis num mesmo lugar.

Após três décadas de trabalho como editor, Américo Areal está agora do outro lado, como livreiro, co-responsável por este projecto. "Sonho construído ao longo de quase dez anos", como referiu ao DN, a Byblos procurará ser "a primeira livraria de fundo editorial em Portugal, ou seja, procurará ter tudo o que os autores e editores quiserem aqui colocar".

Por outro lado, e do ponto de vista da forma, será uma síntese adaptada de quanto foi vendo nas suas viagens de serviço por outras capitais europeias, no Japão e nos Estados Unidos: "Um porto seguro" que, para lá da vertente comercial, "pretende prestar um serviço público", investindo no "conforto e na inovação". E no design, neste caso alemão, particularmente arrojado nas zonas de estar, a cargo da Krefbrubach Store Interiors.

E inovação tecnológica não vai, de facto, faltar, seja para o público adulto, seja para o público infanto-juvenil. Quem visitar a nova livraria, actualmente em fase de montagem, vai usá-la mesmo sem dela se dar conta: livros, estantes e demais expositores estarão, todos eles, ligados em rede, por via da tecnologia de identificação por rádio-frequência. O que, em matéria de organização interna, permitirá, por exemplo, a imediata localização de títulos deixados fora das suas secções - uma dor de cabeça para quem trabalha no ramo - ou a rápida reposição de stocks.

Para o cliente, lembra Américo Areal, esta solução corresponderá também a tempos de espera em caixa substancialmente mais curtos, dado que os códigos serão lidos de uma só vez. Por outro lado, e dado o volume da oferta, um conjunto de ecrãs tácteis, para pesquisa bibliográfica, fornecerão ao utilizador um talão que lhe dirá em que estante e prateleira está a obra que procura, podendo essa mesma pesquisa ser feita por antecipação através do site da Byblos, actualmente em construção, no endereço
www.byblos.pt.

Clientes que pretendam um atendimento clássico ou que não se sintam à vontade com estas ferramentas terão funcionários (34, presentemente a receber formação) para os acompanhar. Mas quem quiser ter uma experiência mais radical poderá ver de perto uma estante robotizada a trabalhar: de fabrico italiano, está apta a receber 65 mil volumes, operação que poderá ser acompanhada pelo público através de um ecrã de plasma.

No contacto com os autores, a nova livraria dispensará "o púlpito e a mesa" tradicionais, de modo a "fomentar o diálogo com os leitores", refere Américo Areal. Uma sala de exposições e um auditório permitirão, por outro lado, a realização de outras actividades paralelas, nomeadamente de semanas temáticas, em articulação com associações, universidades e/ou empresas.

Os fluxos de circulação na livraria, esses, terão zonas de pausa de variada ordem: áreas de estar e de leitura, pontos de acesso à Internet, cafetaria com 116 lugares sentados, servindo também refeições ligeiras ao almoço e ao jantar. A zona dedicada à literatura infanto-juvenil, autonomizada em relação às restantes, será igualmente uma zona lúdica: uma réplica de um barco em tamanho real, uma casa na árvore em formato virtual, jogos interactivos em parceria com a Y-Dreams.

"Na verdade, não inventei nada", diz Américo Areal. "O que pretendemos é que as pessoas, leitores assíduos e menos assíduos, qualquer que seja a sua idade, tenham aqui uma experiência diferente." No futuro próximo, a cadeia deverá expandir-se com a abertura de "mais duas ou três" lojas, uma das quais "no centro do Porto"."

só para dizer

Que provámos os tomates secos este fim de semana. Têm razão: não sabe a tomate. Não têm razão: aquilo é horrível!! Blergh!!!! E não sou só eu porque o P. também não lhes achou grande piada... Com esta não me convencem :)

PS. E quem diria que o post nº 500 ia ser a falar de tomate, hem??? ;o)

sexta-feira, novembro 30, 2007

precisava

de me esquecer de tudo este fim de semana...

bruschetta

Como vocês já sabem eu sou bem esquisitinha com a comida (e não vale a pena estarem sempre a bater no ceguinho, hem??? ;op). Dado que duas das coisas que não gosto são tomate e azeite "puro", se há coisa que nunca como são bruschettas (coisa que a C. adora :)), olha agora pão ensopado em azeite com rodelas ou molhanga de tomate por cima!? Nem pensar, c'a porcaria ;)
Mas pelo post
abaixo já sabem que me ofereceram várias coisas com bom aspecto para experiências culinárias, uma delas um frasco com bruschetta em "pó". A curiosidade era maior que o receio e na 4ª feira lá fui experimentar. As indicações dizem para misturar 3 colheres de sopa do "pó" com 6 de água morna, deixar a macerar por 5 minutos, e depois juntar mais 2 colheres de azeite. O azeite não se mistura com o resto do molho, para depois "entrar" no pão. Cheirava bem, a alguns molhos de pizzas, tomate claro mas também muito a oregãos. Lá deitámos no pão, eu a medo no meu e pouca quantidade e.......... é bom!!! ;o) (não pode é ter mesmo muito azeite...)

Esta vossa compra está aprovada, meninas ^_^

quarta-feira, novembro 28, 2007

nham!

Olhem só a prenda de anos fantástica que recebi ontem das meninas - cadê o cartão para eu saber ao certo quem são, hummmm?? Deu-me logo uma fome que só me apetecia ir para casa e fazer tudo duma vez! Estão prometidas fotos quando isso acontecer! Essa coisa de me quererem obrigar a comer tomate é que não sei... mas pelo menos o P. ficou entusiasmadíssimo com os tomates secos em azeite ;)

Obrigada, amigas, adorei :*)

terça-feira, novembro 27, 2007

delícias

Eu não sou grande adepta ou fã de café. O sabor não me diz nada, não fico cheia de dores de cabeça se estiver um dia ou dois sem beber um, nem entro em paranóia ou desespero se vou para fora do país e em lado nenhum se encontra um expresso como o nosso...
Bebo normalmente um café de manhã ao chegar ao trabalho, para ver se acordo, de vez em quando outro a seguir ao almoço se estou em dia mesmo “zombie” ou se sinto falta do açúcar que deito na chávena ;)
Mas em contrapartida, gosto bastante de “sucedâneos” de café, café misturado com outras coisas: leite, chocolate, chantilly, baunilha, caramelo. E para já não falar do belo do chocolate quente, e se este ainda levar marshmallows em cima melhor ;op Por tudo isto, quando li
esta notícia, de que a cadeia Starbucks vai finalmente abrir lojas cá em Portugal, fiquei contente. E outra coisa que acho imensa piada (não me perguntem porquê, é uma pancada qualquer minha) é o poder andar aí pelas ruas com o copo de cartão na mão. Sim, eu sei, é uma coisa parva, mas que querem? ;) Já li por aí quem ache que o Starbucks não vai pegar por cá, porque o tuga gosta é da bica/cimbalino e nada mais. Eu acho que nós estamos sempre abertos a novas sugestões, e que também acabaremos por entender o conceito do Starbucks, até porque não é só café, existem vários chás e diversas misturas de chocolate quente. Por mim, também me vejo por aí a provar o Caffè Mocha, o Caramel Macchiato; o Strawberries and Cream Frappuccino no Verão.




E continuando a falar de coisas boas, sabem que já abriu a
Cacao Sampaka nas Amoreiras? Ainda não fui lá, mas me aguarrrrrrdem..... ;o) Nham!

sexta-feira, novembro 23, 2007

hp

Ontem à noite lá acabei (mais uma vez) o Harry Potter e os Talismãs da Morte, que comprei, obviamente, mal saiu no sábado passado. Claro que a sensação de quando fechei a edição original, em Julho, foi diferente desta, afinal agora já tinha outra preparação, já me habituei á ideia que acabou, mas mesmo assim, é estranho. Foi bom reler para perceber melhor algumas coisas, mas passar de novo pelas mortes de tantos personagens, e saber que, agora sim, não vai haver mais nenhum livro do Harry Potter novo para eu ler, continua a deixar um vazio. Sendo um conjunto de livros "infantis", de fantasia, é impressionante que possam marcar tanto.

Por coincidência, ou não, tal como em Julho na altura do livro - o filme referente ao 5º livro estreou logo a seguir nos cinemas, e agora saiu em dvd menos de uma semana depois do livro em português. Vou comprá-lo, mas não sei se o vou rever tão depressa, depois do que
se passou em Julho. Se eu dizia que talvez me tivesse passado a neura do final quando fosse rever o filme, era melhor não ter relido o livro agora ;o)

quinta-feira, novembro 22, 2007

só para informar

Que estou cheiiiiiiiiiiiiia de sonozzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz......

quarta-feira, novembro 21, 2007

gosto dos pacotes de açúcar da nicola...

terça-feira, novembro 20, 2007

to cut... or not to cut

Agora que está a chegar a altura de ir dar nova "demão" aqui à gadelha ruiva, coloca-se mais uma vez a questão: além da pintura, corto ou não corto? Não pensem que é nada de radical, mas há alturas em que fico farta de me ver sempre da mesma maneira. Da última vez ia decidida (quase, vá...) a cortar franja, mas a minha cabeleireira, quando me ouviu, disse que eu estava louca. "Então tu, que é sempre cortar as pontinhas e mais nada, agora assim de repente queres cortar uma franja?! Algo radical?? Escadeio-te isso tudo e mai-nada!" ;o)
Assim foi, agarrou na tesoura e cortou por todo o lado, deixando-o bem mais curto na frente do que é costume, e disse que era para ver se eu me habituava assim, e então da próxima, se eu ainda quisesse, lá íamos à franja.

Chegámos à próxima... e então? Franja ou não franja? E depois aquela fase em que queremos deixar crescer e está dum tamanho que só de gancho se sobrevive? Mas não devíamos de vez em quando mudar qualquer coisa em nós? Mas e se depois não me consigo pentear como deve ser em casa? Mas e se até gosto??
Ai, decisions, decisions...... ;)

(e que tal se fosse assim, à Beatriz Costa?? :-p)

segunda-feira, novembro 19, 2007

unread authors challenge - parte 3

Terceiro mês do desafio, terceiro livro lido, vou a meio destas leituras que propus a mim própria. E tenho de esperar que a 2ª metade corra melhor que esta porque, tirando o primeiro livro que li, os outros dois eram de fugir e a sete pés.
Este mês a “sorte” calhou a
Things My Girlfriend and I Have Argued About do Mil Millington. Era também um dos livros mais antigos que tinha em casa, com mais de 4 anos, e que foi ficando sempre para trás de outros que me iam apetecendo mais ler, se bem que quando o comprei foi com muita curiosidade e convicta que ia ser um livro que me ia fazer rir alto. O autor tem também um site com o mesmo nome do livro, e nas vezes que por lá passei pareceu-me sempre algo interessante. Não era.
Não posso realmente dizer muito mais do que disse na
JE – é só clicarem para lerem – está lá tudo e quero é seguir em frente e esquecer o tempo desperdiçado.

O que me vale é que saiu este fim de semana a
versão portuguesa do último livro do Harry Potter, e que bem que me está a saber (re)ler o livro...


"Pel Dalton's life is uneventful. He spends his days bluffing through an IT job in the university library, pillow-fighting with his two sons and finding new things to argue about with Ursula, his German girlfriend. But all this is about to change. When his boss suddenly disappears, and Pel steps reluctantly into his shoes, his life begins to spiral out of control. Stolen money, missing colleagues, ominous calls from Hong Kong, and something nasty beneath the university foundations are only the beginning of Pel's problems. Faced with embarrassing PTA meetings and a fridge that really needs defrosting, Pel is about to learn that sometimes the things that drive you crazy can be the only things that keep you sane."

sexta-feira, novembro 16, 2007

byblos

Já ouviram falar da maior livraria do país???

prova de amor :)

quinta-feira, novembro 15, 2007

sempre monty python

Ontem fomos finalmente ao Casino de Lisboa ver Os Melhores Sketches dos Monty Python. Traduzidos e adaptados por Nuno Markl, estes "melhores" (isto dependerá sempre das opiniões) sketches são interpretados por actores de agora e de sempre da nossa comédia e/ou teatro: Bruno Nogueira, Miguel Guilherme, José Pedro Gomes, António Feio e Jorge Mourato.
Dos actores esperava o melhor, e comprovou-se. Miguel Guilherme está fantástico, um registo digno de nota e totalmente diferente da série
Conta-me Como Foi, actualmente em exibição na RTP, e o Jorge Mourato surpreendeu-me talvez por normalmente aparecer no que, na minha opinião são coisas de menor "categoria", como Malucos do Riso e afins, gostei de o ver e que voz que o moço tem. Aos outros 3, também o aplauso.
Estava mais "receosa" da adaptação dos textos, não bastava traduzir o original, fazia muito + sentido que se enquadrasse na realidade e no tempo portugueses, e como fazer isso ao humor inglês, e mantê-lo tal como ele é? Fiquei muito satisfeita, está excelente, nisto dou os parabéns ao Nuno Markl.

Talvez o mais importante de tudo, ri-me imenso. Mais nuns sketches que outros, claros, mas passaram quase 2 horas em que quando olhei para o relógio fiquei "mas... já são estas horas?! ainda agora começou!" Uma noite muito bem passada, e recomendo a toda a gente que ainda não foi ver, está em cena até 30 de Dezembro, aparentemente.

Apesar de já ter lido no
blog da patxi sobre a "surpresa", já não me lembrava. Belos (ou não, ou não!! ;oP) rabiosques, sim senhora!! ;)

terça-feira, novembro 13, 2007

doce ou... picante?

Devido à tentativa de dieta, a sopa lá em casa de há uns tempos para cá nunca é como eu realmente gosto, com batatinha à vontade e massa (ai, nem de feijão, nham). A batata substitui-se por courgette e/ou xuxu (ou é chuchu???), põe-se mais abóbora que o normal, e depois todos os restantes ingredientes normais: cebola, alho, cenoura, muitas vezes um bocadinho de nabo e de alho francês, e depois algum outro legume "por cima" (espinafres, couve lombarda, etc). Massa, nem vê-la, e eu que a adoro de qualquer maneira, e é tão bom trincá-la na sopa. *Suspiro*
Mas isto até nem parecia mal de todo se a grande maioria destes legumes não fossem todos adocicados, e sem batata a sopa mais parece que levou açúcar. Ora sopa doce, blerghhhhh! Como-a e nunca me sabe completamente bem.

Esta semana, como tentativa de alterar isto, resolvi dizer ao P. para colocarmos uma malagueta na sopa; ora eu não gosto de picante (mesmo, nunca fui habituada e agora não o suporto, além de que me tira todo o paladar...) mas estava na absoluta inocência que não era uma malaguetazinha minúscula, já velhota e seca, completamente desfeita no meio da sopa depois de bem fervida e completamente assassinada pela varinha mágica, que ia fazer realmente diferença, quanto mais tornar a sopa picante.

Conclusão: ando a comer a sopa com um extintor ao lado...

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